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A liberdade de expressão é, talvez, a liberdade mais utilizada nos dias de hoje e numa democracia. É o que nos permite falar do que queremos ou expressar as nossas opiniões contra ou a favor de alguma coisa sem que nada o impeça. No entanto, esta liberdade não pode ser utilizada se violar outras regras ou se desrespeitar o direito à boa imagem e à reputação de outra pessoa. Mas a liberdade de nos exprimirmos abre caminho a uma série de outros direitos que, numa ditadura, não existiriam.

O primeiro dos quais diz respeito à imprensa e ao jornalismo. Isto porque também temos o direito de sermos informados em liberdade. Para isso é amplamente permitida a existência de uma comunicação social, que vai desde jornais a televisões passando por sites de notícias, que funcionam com independência sem que os governos ou empresas interfiram no que é dito – o que interessa é a verdade, para que os cidadãos possam estar tão informados quanto queiram. Com isto terminou uma forma de atuação muito comum dos governos e Estados autoritários: a censura.

Mas há mais. Se podemos dizer e pensar no que quisermos, também nos podemos reunir, de forma pacífica, em locais públicos sem que seja preciso uma autorização especial. Os cidadãos também têm, desta maneira, o direito de se manifestarem por algo com que não concordem. Além de tudo isto, as pessoas podem igualmente criar ou pertencer a associações ou grupos desde que estes não tenham como objectivo a violência nem que sejam armados, racistas ou pertençam a uma ideologia fascista. De resto, os grupos a que as pessoas pertencem podem ter como objetivo o que entenderem: apoiar um clube de futebol, ajudar os mais necessitados, lutar por uma causa, ouvir música, ler livros etc…