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A Constituição acompanha as várias fases da vida e aborda etapas do crescimento pessoal, profissional e cívico. As crianças têm direito a uma protecção do Estado ao lutar contra o abandono e contra os abusos das famílias ou das instituições onde estão inseridas. Se esta protecção não acontecer, nomeadamente em relação às crianças abandonadas ou órfãs, o Estado é obrigado a ajudar e a proteger de maneira especial esses casos. É também expressamente proibido contratar menores que ainda estejam em idade escolar.

Quanto aos jovens: o Estado compromete-se a apoiar a proteção aos direitos económicos, sociais e culturais. Isto acontece através do ensino e da formação profissional, no acesso ao primeiro emprego e à segurança social, no desporto e nos tempos livres. O objetivo é acompanhar e apoiar o desenvolvimento da independência e da personalidade dos jovens.

Todos os adultos beneficiam dos direitos gerais da Constituição. Mas a chamada terceira idade também tem uma atenção especial, dado o potencial de fragilidade. Assim o Estado tem de garantir que os idosos tenham segurança económica, uma habitação com condições e acesso ao convívio familiar ou comunitário.

Os cidadãos que têm algum tipo de deficiência têm também direito a uma atenção especial. O Estado tem de colocar em prática medidas para prevenir e tratar as deficiências físicas ou mentais, bem como reabilitar e integrar estas pessoas na sociedade sempre que necessário. Mas as famílias também necessitam de ajuda, e o governo sensibiliza o resto da sociedade e da população a apoiar este grupo de cidadãos, apoiando também as organizações de ajuda a cidadãos com deficiências físicas ou mentais.